The Wolf of Wall Street



Realizador: Martin Scorsese
Ano: 2013
Género: biográfico, comédia, crime, drama.


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"Sell me this pen."

Na quinta colaboração entre o actor Leonardo DiCaprio e o realizador Martin Scorsese, o duo resolve pegar no tema atual da bolsa explorando os seus benefícios e malefícios.

Baseado na obra biográfica de Jordan Belfort, The Wolf of Wall Street, o filme segue a sua vida focando-se não só na sua vertente profissional, mas também na vertente pessoal.

Sendo os filmes biográficos um género tipicamente pesado e até algo "massudo", Scorsese consegue dar uma vitalidade que, sem esquecendo as raízes da obra, consegue arrancar ao espetador gargalhadas honestas. Os diálogos do filme são dignos de uma qualquer obra de Quentin Tarantino, e no geral o filme mostra, uma vez mais, o hábil contador de histórias que Martin Scorsese é.

Com três horas de duração, o filme nunca parece longo, ajudando para isso as cenas de pura loucura que existem por toda a película.

Leonardo DiCaprio faz novamente um grande papel, demonstrando uma vez mais que é um dos melhores atores da sua geração, não tendo medo de correr riscos e de variar entre géneros.

Dos restantes atores, um dos destaques vai para Jonah Hill que, com esta interpretação, apresenta-se como um melhor ator do que muitos dos seus outros filmes dão a entender. Mas é Matthew McConaughey, com um pequeno papel, que fica na imaginção dos espectadores deixando-os com o desejo de ver mais desse personagem.

Um filme para todos os fans do realizador e de bom cinema em geral, The Wolf of Wall Street, embora visualmente explicíto (e não como se imagina para um filme de Scorsese) é um filme irreverente e divertido com boas interpretações e uma história mais profunda do que parece.

Sem dúvida, um dos melhores filmes do ano!

8,5/10

Game

Vista na edição de 2013 do MoteLx, simplesmente não tenho palavras. Não foi a melhor curta que lá vi (garantidamente), mas é desta curta que me recordo mais.


Mama

A curta a partir da qual o filme Mama é baseado com uma explicação de Guillermo del Toro (produtor da longa metragem).


The Backwater Gospel

Medo e o que pode fazer às pessoas!!!

Uma das melhores curtas de animação que alguma vez vi, tanto pela história como pelo ambiente apresenta uma ideia do que possa ser.


The Punisher: Dirty Laundry

"I wanted to make a fan film for a character I've always loved and believed in - a love letter to Frank Castle & his fans. It was an incredible experience with everyone on the project throwing in their time just for the fun of it. It's been a blast to be a part of from start to finish -- we hope the friends of Frank enjoy watching it as much as we did making it." - Thomas Jane

Com esta citação deixo a curta que me fez imaginar o que podia sair numa longa metragem.


Lawless


Lawless
Dos Homens sem Lei

Realizador: John Hillcoat
Ano: 2012
Género: Crime e Drama.

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"Um... uh"


Estou sem imaginação para escrever uma critica longa, por isso digo só para irem ver o Lawless porque é um grande filme. A história é interessante, tem um bom conjunto de actores e uma grande interpretação de Tom Hardy que rouba totalmente todas as cenas onde está presente.

O enredo conta a história de três irmãos, os irmãos Bondurant, contrabandistas de álcool durante a lei seca e a sua luta contra a polícia, mais especificamente Charlie Rakes (Guy Pearce noutra das boas interpretações do filme).

Embora tenha algumas cenas de uma violência bastante explicita, a mesma não é demasiada usada e enquadra-se no contexto da cena.

Claramente, é um filme para todos os fãs do género e para os restantes vale a pena dar uma espreitadela, nem que seja para ver a interpretação de Tom Hardy.


Pontos fortes:
  • Tom Hardy;
  • Narrativa.

Pontos fracos:
  • Algumas personagens são subaproveitadas.

Balas & Bolinhos - O Último Capítulo



Balas & Bolinhos - O Último Capítulo

Realizador: Luis Ismael
Ano: 2012
Género: Acção, Aventura e Comédia.

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Quando apareceu o anúncio do terceiro filme deste, será que poderei dizer, franchise, fiquei algo nervoso. Balas & Bolinhos tinha-me marcado como poucos filmes conseguiram fazer (ainda hoje sou capaz de recitar parte do monologo do Rato durante o assalto) mas Balas & Bolinhos - O Regresso foi para mim uma desilusão tão grande (até adormeci a meio) que fiquei com receio de que este terceiro filme matasse de vez todo o fascínio que tinha. Mesmo assim, havia algo em mim que queria acreditar e com o passar do tempo fui deixando o cepticismo de lado e comecei a ficar novamente excitado com a hipótese de rever Tone, Rato, Culatra e Bino.

A história deste terceiro filme é bastante simples.
O grupo desta vez vê-se envolvido numa intriga internacional enquanto, cada um à sua maneira, tenta lucrar com a situação.

Nada de novo ou de revolucionário, mas a grande mais valia nunca foi os seus enredos, mas sim a interacção entre os quatro protagonistas e nesse ponto o filme está bastante forte e não sofre do mal de se repetir.

Nota-se no filme as influências do realizador noutras obras de cinema, tanto em termos de estrutura de cenas como nas próprias cenas, existindo cenas conhecidas de outros filmes.

A linguagem do filme continua igual às outras obras, por isso esperem muitas asneiras e calão. Uma evolução é a adição das chamadas one-liners que durante o filme puxou muitas gargalhadas.

Outra evolução em relação aos outros filmes, pelo menos em relação ao primeiro porque não me lembro assim tão bem do segundo, é a inclusão de uma vertente de acção que por estranho que possa parecer está bastante competente, tendo em consideração o tipo de filme e orçamento do mesmo.

O único ponto negativo no filme é a sua duração. Com cerca de 2 horas, existem partes do filme que podiam ser retiradas, evitando assim a perda de concentração por parte dos espectadores.

Relativamente aos actores, e passando ao lado dos cameos e das outras participações (um dos actores participou noutro pequeno filme desconhecido chamado Snatch), o enface deve ser todo dado aos quatro protagonistas e desse conjunto o que sobressaí é o actor Jorge Neto e a sua personagem Rato. Talvez por a sua personagem estar mais bem escrita ou por causa do actor ou até ambos, a verdade é que esse personagem rouba todas as cenas onde está presente.
Quanto aos outros três, claramente o elo mais fraco continua a ser a personagem do Bino que não sofre uma grande evolução em relação aos outros filmes.

Terminando, esta última obra é um grande filme? Não. É um mau filme? Também não. Tem piadas brejeiras? Tem!
Balas & Bolinhos - O Último Capítulo é aquele género de filme que tinha tudo para falhar, mas não falha. Não sei se é pelo ar meio amador que o filme ainda parece conter, se é pelo ar que os actores estão realmente a divertir-se, simplesmente não consigo explicar.
A única coisa que sei é que à algum tempo que não via uma sala de cinema com os espectadores a dar gargalhadas durante boa parte do filme e na saída a comentarem e a imitarem o que acabaram de ver.
Imperdível para os fãs das outras obras e também para todos os restantes (é um filme português que não deve nada a muitas, leia-se grande maioria, das comédias de Hollywood feitas actualmente e se isso não é suficiente não se esqueçam que é a primeira trilogia do cinema português).

P.S.: Fiquem até ao fim dos créditos!


Pontos fortes:
  • Ver novamente o grupo;
  • Cameos e participações de famosos;
  • Regresso de Octávio Matos aos filmes.

Pontos fracos:
  • Filme demasiado longo.